
FUTERolando II
(artigo de José António Nóbrega)
Eis o mote, para reflectirmos sobre esta “verdade”, se compararmos o conceito daquele que foi nosso jogador, indubitavelmente um treinador de elite e mentor das várias “sub - estratégias” que levaram os andrades a deixarem a tremideira em casa (sempre que rumavam a sul pela ponte D. Maria), de cujos êxitos adveio o actual cognome, dragões.
Será que a equipa de Futebol de Os Belenenses, face ao inusitado número de brasileiros, virou grupo de samba reles?
Não! Claro que não. Com SIR Jesus no comando técnico da equipa, todos os “sambistas” têm a noção exacta dos respectivos espaços que podem pisar no terreno, e embora aparentemente haja liberdade de acção, ninguém se atreve a candidatar-se a solista - militante.
Tem-se a noção exacta de que na concepção táctica de Jesus, ninguém deverá ter medo de arriscar durante os 90 minutos, mas o trabalho a desenvolver em cada jogo é o resultado dos conceitos treinados e aperfeiçoados no dia a dia, mediante a abordagem e estratégia particular antecipadamente delineada para cada adversário.
Sabe-se que o futebol é um jogo eminentemente colectivo, embora não se deva cercear os talentos individuais, os quais, contudo, não podem sobrepor as respectivas idiossincrasias em detrimento do conjunto.
Como muito bem diz o nosso Grande Artur Quaresma: “…actualmente perdeu-se essa vertente, porque há jogadores egoístas que só pensam em si, prejudicando a equipa…”.
E é tão mais fácil abordar-se o jogo, se todos os intérpretes estiverem imbuídos dum verdadeiro espírito de equipa, dado que dosearão melhor o esforço, brilharão e facilitarão a missão do técnico, enriquecendo com rara beleza plástica cada partida.
Hoje, qualquer equipa dos distritais treina pelo menos três vezes por semana a sua performance física, aperfeiçoando diariamente várias rotinas que executará na competição oficial, muitas vezes através de rápidos contra ataques, os quais para terem sucesso não devem exceder 7 segundos.
O actual grupo de futebolistas do CFB se tiver o condão de interiorizar os conceitos do seu técnico, conjugados com ausência de lesões significativas e castigos (escusados), atrevo-me a vaticinar que será um caso sério na discussão das provas que aí despontam.
Assim saibam os adeptos cumprir com a sua parte.
José Maria Pedroto, dizia a respeito de jogadores Brasileiros numa equipa
de futebol nacional: ”…dois é bom! Mais que isso é samba reles …”.
de futebol nacional: ”…dois é bom! Mais que isso é samba reles …”.
Eis o mote, para reflectirmos sobre esta “verdade”, se compararmos o conceito daquele que foi nosso jogador, indubitavelmente um treinador de elite e mentor das várias “sub - estratégias” que levaram os andrades a deixarem a tremideira em casa (sempre que rumavam a sul pela ponte D. Maria), de cujos êxitos adveio o actual cognome, dragões.Será que a equipa de Futebol de Os Belenenses, face ao inusitado número de brasileiros, virou grupo de samba reles?
Não! Claro que não. Com SIR Jesus no comando técnico da equipa, todos os “sambistas” têm a noção exacta dos respectivos espaços que podem pisar no terreno, e embora aparentemente haja liberdade de acção, ninguém se atreve a candidatar-se a solista - militante.
Tem-se a noção exacta de que na concepção táctica de Jesus, ninguém deverá ter medo de arriscar durante os 90 minutos, mas o trabalho a desenvolver em cada jogo é o resultado dos conceitos treinados e aperfeiçoados no dia a dia, mediante a abordagem e estratégia particular antecipadamente delineada para cada adversário.
Sabe-se que o futebol é um jogo eminentemente colectivo, embora não se deva cercear os talentos individuais, os quais, contudo, não podem sobrepor as respectivas idiossincrasias em detrimento do conjunto.
Como muito bem diz o nosso Grande Artur Quaresma: “…actualmente perdeu-se essa vertente, porque há jogadores egoístas que só pensam em si, prejudicando a equipa…”.
E é tão mais fácil abordar-se o jogo, se todos os intérpretes estiverem imbuídos dum verdadeiro espírito de equipa, dado que dosearão melhor o esforço, brilharão e facilitarão a missão do técnico, enriquecendo com rara beleza plástica cada partida.
Hoje, qualquer equipa dos distritais treina pelo menos três vezes por semana a sua performance física, aperfeiçoando diariamente várias rotinas que executará na competição oficial, muitas vezes através de rápidos contra ataques, os quais para terem sucesso não devem exceder 7 segundos.
O actual grupo de futebolistas do CFB se tiver o condão de interiorizar os conceitos do seu técnico, conjugados com ausência de lesões significativas e castigos (escusados), atrevo-me a vaticinar que será um caso sério na discussão das provas que aí despontam.
Assim saibam os adeptos cumprir com a sua parte.






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