Alex von Schwedler reforça defesa

Alex von Schwedler, central chileno de ascendência alemã, é o mais recente reforço do Belenenses.

O jogador esteve ontem no Restelo, reunindo-se com Fernando Sequeira. De seguida deslocou-se até às instalações da SAD onde foi apresentando o Casemiro Mior e aos seus novos colegas.

Alex von Schwedler começou a jogar no Chile onde atingiu plano de destaque ao longo de 4 anos no Universidad do Chile e na selecção nacional daquele país, onde soma quatro internacionalizações. As portas da Europa abriram-se com naturalidade, permanecendo o central dois anos no Bari de Itália, clube pelo qual alinhou em 33 ocasiões.

Seguiu-se o futebol austríaco, primeiro no Austria Kärnte, depois no FC Red Bull Salzburg. Em 2006/07 alinhou pelo Marítimo, tendo sido titular em 15 jogos. Marcou um golo. Antes de chegar ao Belenenses, Alex von Schwedler alinhou pelos cipriotas do Alki Larnaca, assumindo-se como titular absoluto.

  • Vídeo de Alex ao serviço do Bari

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    Alípio Matos: "Os objectivos vão ser os mesmos: tentarmos ser campeões e lutarmos por títulos".

    Depois de uma época quase perfeita, o Belenenses Futsal regressa à competição mais forte que nunca. Amanhã, em Santarém, pelas 18 horas, os azuis defrontarão o El Pozo, uma das equipas mais fortes do mundo. Os Conquistadores reforçaram-se em posições-chave, ganhando mais equilíbrio e qualidade nos diferentes sectores. Alípio Matos, timoneiro da nau belenense, acredita em títulos, revelando ao Belém até Morrer muita confiança em relação aos reforços recentemente contratados e à conquista de títulos.

    Referindo-se ao estágio em Idanha-a-Nova, Alípio Matos considerou que "os objectivos foram cumpridos. Trabalhámos bi-diariamente com condições muito boas, e fora aqui do Restelo para que os jogadores se conhecessem melhor e fortalecessem o espírito de grupo. Criámos igualmente algumas bases físicas. Os objectivos foram plenamente atingidos face também à qualidade das instalações e ao apoio que as gentes de Idanha-a-Nova deram à nossa equipa. Portanto estamos de regresso ao Restelo, onde vamos continuar a preparar a época, melhorar, continuar a evoluir".

    Alípio Matos acredita numa melhoria da qualidade do plantel e consequentemente dos resultados da equipa, ou seja, aponta o título nacional como principal objectivo dos conquistadores.

    "Penso que estamos bem mais fortes que na época passada. Os objectivos vão ser os mesmos: tentarmos ser campeões e lutarmos por títulos. Mantivemos a espinha dorsal, a base do ano passado com mais três ou quatro mais valias, penso que temos legitimidade para pensar que é possível continuar a lutar por títulos."

    A principal carência do Belenenses na época passada situou-se ao nível do pivot. Na época que agora tem o seu inicio, pelo contrario, os Conquistadores reforçaram-se com um dos melhores pivots brasileiros, o Renato Cabeças.

    "Nós apostamos muito neste pivot", começou por dizer Alípio Matos. "Temos esperanças muito bem fundamentadas em termos da sua qualidade de jogo, traz realmente a mais valia de podermos mudar o sistema de jogo com mais facilidade e mantendo a eficácia dos sistemas ofensivos que já possuíamos. Os jogadores que entraram são realmente reforços, nós apontamos para poucos mas bons. Juntando aos jogadores que já cá temos é evidente que a equipa fica mais equilibrada, fica com outras opções em termos qualidade de jogo que concerteza não irá baixar. Portanto acho que de ponto de vista teórico reforçamos a equipa onde tínhamos que reforçar com os jogadores que realmente se ajustam a algumas carências que ainda tínhamos na equipa. Com as novas aquisições estamos mais fortes, e concerteza que a equipa no seu todo vai ser muito mais forte."


    Casemiro Mior: "A preocupação dos adeptos é normal"

    No final do jogo-treino frente à equipa júnior do Belenenses, Casemiro Mior considerou ter se tratado "de um bom treino. Foi proveitoso para ambas as partes, deu para tirar boas anotações e amanhã continuaremos a preparar o jogo frente ao Covilhã. Tratando-se de um jogo de taça é sempre um jogo diferente. Há sempre um espírito de eliminatória, e é assim que vamos encarar o jogo. Será um jogo difícil mas que queremos ganhar para partir em vantagem no grupo". Ainda em relação ao jogo treino com os júniores, Casemiro Mior considerou "que os jogadores se movimentaram bem", destacando a exibição de Sérgio Organista: "Fez um bom jogo treino, assim com os outros que se empenharam ao máximo. Esteve muito tempo parado, por isso não estou contando com ele no próximo Domingo"

    Em relação as criticas de a equipa tem sido alvo, Mior afirmou "que a preocupação dos adeptos é normal. É minha preocupação também no sentido de trabalhar a equipa, mas não é numa semana nem num mês que nós vamos montar a equipa. Houve muitas mudanças, a defesa é quase toda nova e temos também um ataque quase novo. Para além disso temos tido problemas físicos, com a lesão do João Paulo, do próprio Roncatto, e dos casos do Marcelo e do Evandro. Os avançados praticamente não tiveram uma sequência de treinos e de jogos. A gente têm tido essa dificuldade, principalmente no sector ofensivo. Estamos procurando acertar o mais rapidamente possível para que haja uma melhor consistência de toda a equipa e também no nosso ataque. Queremos fazer um bom jogo contra o Covilhã, procurar fazer golos e assim ganhar mais entrosamento e confiança."

    Jogar ou não jogar?

    Às primeiras horas da tarde a confusão instalou-se no Restelo com a possibilidade do Belenenses vs Covilhã para a Taça da Liga ser adiado. De facto, o Belenenses recebeu a informação da Liga de Clubes que o jogo entre os serranos e o boavista poderia vir a realizar-se, não obstante a falta de comparência dos axadrezados em duas ocasiões.
    O Belém até Morrer sabe que chegou mesmo a ser marcado um jogo treino frente ao Vitória de Setúbal para Sábado de manhã, caso essa possibilidade se confirmasse. Acabou por ser Fernando Sequeira, a meio do treino, a informar Casemiro Mior que o jogo se ia realizar. O técnico confirmou terem existido alguns rumores em relação à suspensão do jogo, mas que Fernando Sequeira confirmou "que o jogo se vai realizar".

    O presidente belenense explicou depois que devido à demissão em bloco do Conselho de Disciplina da FPF o jogo ia mesmo realizar-se. É que um possível recurso do Covilhã deixaria de poder ser julgado num prazo razoável. Seja como for, a verdade é que a Liga de Clubes se preparava para o que parecia impensável: obrigar o Covilhã a jogar um jogo para o qual o adversário tinha faltado em duas ocasiões. Assim vai o futebol português...


    Jogo Treino: Belenenses vence júniores

    Em jogo-treino realizado no relvado número dois do complexo desportivo do Restelo, o Belenenses venceu a equipa júnior azul por 6:1.

    Depois de ontem o treino vespertino ter durado 2 horas, Casemiro Mior não poupou os seus jogadores. O primeiro jogo oficial, frente ao Covilhã, terá lugar no próximo Domingo, e o treinador brasileiro quer começar a época a vencer. O jogo-treino foi dividido em quatro partes de 25 minutos, alinhando o 11 inicial nos primeiros 50 minutos. Mior voltou a fazer alinhar o mesmo 11 que havia defrontado o Espanhol no jogo de apresentação, com excepção de Roncatto, que treina condicionado, fazendo João Paulo Oliveira companhia a Marcelo.

    Frente a uma equipa júnior belenense muito aguerrida, o Belenenses actuou no seu 4x1x3x2 habitual. Não obstante a óbvia superioridade perante os jovens do clube, os problemas dos jogos anteriores voltaram a notar-se: pouca profundidade em termos ofensivos, e alguma debilidade defensiva, nomeadamente no eixo. Na realidade, os golos de Zé Pedro, na marcação de uma grande penalidade, e de Silas a concluir um lance ofensivo vistoso, não disfarçaram as lacunas do jogo belenense. A equipa, mesmo não sendo muito pressionada, revela-se algo insegura a defender, tendo nomeadamente Rodrigo Arroz muitos problemas posicionais. O central brasileiro "perdeu-se" algumas vezes na marcação, podendo os júniores, numa dessas ocasiões, ter marcado ainda no decorrer dos primeiros 25 minutos. O golo acabou mesmo por surgir na segunda das 4 partes, num lance em que Júlio César foi mal batido: 2:1. Silas acabou por bisar antes da troca de campo - 3:1 - evitando assim uma meia humilhação ao 11 titular. Para além dos problemas defensivos, o Belenenses continua com muitas dificuldades em unir os sectores, sendo evidente a incapacidade dos centros-campistas em apoiar convenientemente os dois avançados. A pouca profundidade do jogo azul é mais notória na ala direita, sendo raras as incursões ofensivas de Mano.

    Para os segundos 50 minutos, Mior testou os jogadores menos utilizados. O grande destaque acabou por ser Sérgio Organista, que depois de alguns minutos de utilização em Odivelas continua a melhorar a sua forma física. Apesar da falta de ritmo, o médio internacional jovem português revelou grande qualidade ao nível do passe, marcando mesmo um golo e dando outro a marcar. Com Maykon na esquerda e Vinicius na direita a segunda equipa belenense revelou-se mais dinâmica no meio-campo, embora Vinicius tivesse ocupado terrenos demasiado recuados em diversas ocasiões. No ataque, Júnior Negão revelou uma mobilidade e uma disponibilidade que ainda não tinha ocorrido nos jogos anteriores, marcando inclusive o 4 golo da equipa sénior. Teve outras oportunidades de facturar, mas acabou por ser Sérgio Organista a estrear-se a marcar: remate colocado à entrada da grande área. O sexto e último golo acabou por surgir através de Maykon, após excelente passe de ruptura de Organista.

    Os golos do encontro estarão disponíveis no canalBELENENSES mais logo.


    Belenenses perde na apresentação

    Em jogo de apresentação aos seus associados, o Belenenses perdeu por 0:2 com o Espanhol de Barcelona.

    Depois de uma série de encontros de preparação, o Belenenses teve a seu primeiro grande teste frente a uma equipa de uma das ligas mais competitivas do mundo: o Espanhol. Tratou-se de um teste algo falhado, muito embora o resultado pudesse ter sido outro.

    Casemiro Mior fez alinhar um 11 teoricamente ofensivo - no habitual esquema táctico em 4x1x3x2 - mas que na prática revelou não possuir profundidade ofensiva. Na defesa não houve surpresas, com Júlio César na baliza, Carciano e Rodrigo Arroz no eixo e Cândido e China nas laterais. O losango de meio-campo teve como vértice mais defensivo Gavillan , Zé Pedro à esquerda, Mano à direita e Silas mais ao centro; ataque entregue a Roncatto e Marcelo.

    Duas notas prévias: Mior fez alinhar 7 jogadores que transitaram da época passada; Vicinius, um dos reforços mais em destaque no decorrer da pré-época, foi preterido , tendo alinhado Mano no seu lugar.

    O início do jogo revelou um Belenenses entusiasmante e pressionante: logo no primeiro minuto Roncatto isola Marcelo que em posição de golo permite a defesa do guarda-redes catalão, falhando Roncatto a recarga. Os centro-campistas belenenses, Gavillan inclusive, jogavam muito subidos, pressionando o Espanhol ainda no seu meio-campo. O autêntico colete de forças mereceu muitas palmas oriundas da bancada, mas tratou-se, poder-se-á dizer, de um mero fogacho azul. De facto, o espanhol rapidamente assentou o seu jogo, e apesar não ter criado verdadeiro perigo passou a controlar perfeitamente o jogo.

    Marcelo ainda remata, descaído na direita, à baliza adversário à passagem do minuto 13, mas só aos 25 minutos o Belenenses poderia ter inaugurado o marcador: China, um dos melhores na ventosa tarde do Restelo, conquista velocíssimo uma bola já no meio-campo ofensivo, tabela com Roncatto, e tem ainda forças para rematar com muito perigo. O desequilíbrio foi originado por um lateral, e dificilmente poderia ter sido de outra forma. Os médios interiores belenenses foram sempre incapazes de dar profundidade a equipa da casa, verificando-se quase um fosso entre o meio-campo e o ataque, onde um esforçado Marcelo correu quilómetros quase sempre em vão. A ala direita, formada por Cândido e Mano, praticamente não existiu no que concerne à vertente ofensiva, faltando igualmente o número 8 , um "box to box", ao futebol do Belenenses visto Gavillan não possuir essas características.

    Mais: a pouca profundidade ofensiva não significou segurança defensiva e controlo das operações a meio-campo. Não obstante o Espanhol não ter ameaçado verdadeiramente a baliza defendida por Júlio César, a atrapalhação dos centrais azuis foi uma constante, situação que originou muitos suspiros de inquietação dos poucos espectadores presentes.

    Depois do nulo registado ao intervalo, o Belenenses regressa com uma única alteração, saindo Roncatto para a entrada de João Paulo Oliveira, enquanto o Espanhol apresentou praticamente uma nova equipa (8 jogadores). As características do jogo todavia mantêm-se inalteradas, acontecendo o golo catalão sem que nada o fizesse crer: na esquerda Tamudo bate claramente Cândido no 1 para 1, e remata em arco para excelente defesa de Júlio César. A bola acaba por sobrar para Rufete que sozinho ao segundo poste só teve que encostar: 0:1 aos 52 minutos. O Belenenses enceta de seguida uma tímida reacção, logrando obter 3 cantos consecutivos à passagem do minuto 12. Volvidos 6 minutos é a vez de Marcelo, em posição central, alvejar a baliza após cruzamento de China.

    O Belenenses, ainda assim, continua com os mesmos problemas da primeira parte. Marcelo e João Paulo Oliveira (que nada acrescentou ao futebol azul) permaneciam muito desapoiados no ataque. Os azuis do Restelo só criam perigo em lances fortuitos, tal como aconteceu ao minuto 70: Zé Pedro, com algum espaço na esquerda, arranca um grande pontapé mas Alvarez faz a defesa da tarde. O Espanhol limitava-se a controlar as operações sem tentar ampliar a vantagem, mas na segunda vez que foi à baliza belenense conquistou um penalti muito duvidoso. Tamudo descaído sobre o lado direito remata contra a mão (corpo?) de Carciano. Lucilio Batista, após indicação do juiz de linha, aponta para a marca da grande penalidade, mas Júlio César nega com brilhantismo o golo a Tamudo.

    Com o jogo a aproximar-se do fim, Casemiro Mior entendeu ser altura para arriscar um pouco mais, fazendo entrar Vinicuis (saída de Mano), Baiano (saída de Cândido) e Júnio Negão em detrimento de Marcelo. Como que instantaneamente a ala direita do Belenenses passa a existir, e no minuto seguinte à sua entrada nas 4 linhas Vinicius arranca em velocidade, cruza com precisão para a área onde encontra Zé Pedro que remata cruzado. A bola sai um pouco ao lado, falhando João Paulo a emenda ao segundo poste.

    Restavam ainda 12 minutos para jogar, e o Belenenses parecia em condições de alcançar o empate. Este surgiu quase de imediato após rápida desmarcação de João Paulo, mas o juiz de linha assinala fora-de-jogo. No local onde de nos encontramos é difícil julgar o lance com precisão, mas deu a sensação que o avançado brasileiro se encontrava em posição regular.

    E caldo, como se costuma dizer, entornou. Na jogada seguinte Tamudo é lançado em profundidade, Arroz falha, saindo Júlio César da área para de cabeça tentar impedir que o avançado alcançasse a bola. Fá-lo todavia mal, e a bola acaba de ressaltar para dentro da área, surgindo então novo caso no jogo, já que Tamudo utiliza a mão antes do cabeceamento de Júlio César, desviando ligeiramente a bola. Nada é assinalado, e Tamudo ganha novamente a Rodrigo Arroz e atira para a baliza deserta. Júlio César precipita-se em direcção do juiz de linha que com olho de falcão tinha assinado a grande penalidade, mas tudo o consegue é ver um cartão amarelo. A arbitragem e Rodrigo Arroz saem muito mal do lance (ver resumo).

    Com 0:2 o jogo e o resultado ficaram desde logo definidos, sendo apenas simbólicas as entradas em campo de Maykon, Vanderlei, Matheus e Alício.

    Conferência de imprensa já disponível no canalBELENENSES.

    Filme do Jogo:

    1´- Marcelo, isolado, permite a defesa ao guardião catalão, falhando Roncatto a recarga.
    13´- Remate fraco de Marcelo, avançado mais incisivo do Belenenses.
    25´- Remate muito perigoso de China após triangulação com Roncatto.
    27´- Cabeceamento perigoso de Carciano na sequência de livre directo de Zé Pedro.
    35´- Livre directo muito perigoso que Gavillan converte por cima.
    42´- Pontapé de bicicleta de Marcelo que Roncatto não consegue emendar ao segundo poste.
    52´- Golo do Espanhol após excelente jogada individual de Tamudo, com Rufete a marcar após defesa de Júlio César.
    63´- Marcelo em posição central remata de primeira na sequência de um cruzamento da esquerda mas não acerta em cheio na bola.
    70´- Grande remate de Zé Pedro para defesa não menos boa de Alvarez.
    77´- Grande arrancada de Vinicius que Zé Pedro responde com um remate cruzado. Ao segundo poste João Paulo falha a emenda por centímetros.
    81´- Golo anulado ao Belenenses por suposto fora-de-jogo de joão Paulo.
    82´- 0:2. Tamudo marca depois de ajeitar a bola com a mão à entrada da grande área.
    88´- Cabeaceamento ao lado de Carciano.
    90´- Remate central de Maykon que todavia sai fraco e ao lado da baliza defendida por Alvarez.

    Resumo:


    A APRESENTAÇÃO… DOS SÓCIOS Á EQUIPA

    É já no Sábado que a equipa do Belenenses vai ser apresentada aos sócios e que os sócios e adeptos vão ser apresentados à equipa.

    Exacto, não me enganei: os sócios e adeptos vão ser apresentados à equipa, onde abundam novos jogadores, e esta vai naturalmente tirar-nos as medidas.

    Embora sejam profissionais, é impossível não olharem, ver quantos somos, como reagimos, o que ambicionamos e exigimos – ou não. E, mais ou menos inconscientemente, ajustarão a dose de respeito, temor ou indiferença perante nós.

    Por isso, a nossa apresentação aos jogadores devia ser muito importante. O costume, não é esse. O costume progressivamente instalado é o da ausência, da indiferença, da mornice, do ar enfastiado. E já agora, o de chegar tarde.

    Todos somos humanos – e que vão sentir os jogadores se olharem, ao ser apresentados – e virem…cadeiras vazias, porque a maioria não esteve para ir e a maior parte dos que foram não se preocupam em entrar a horas decentes – decentes para sermos vistos? Note-se que a apresentação dos jogadores é às 16h, embora o jogo seja às 17h.

    Note-se também que a demonstração dos alunos da Escola Matateu é às 15h. Que diferente impacto sentirão eles se formos poucos ou se formos muitos?

    Note-se igualmente que temos as cheerleaders azuis às 16.55. Cheer = aplausos, incentivos; leaders = comandantes, directores, líderes. Mas se não houver predisposição e vontade e presença para aplausos e incentivos (porque tem que se estar cá fora a beber a “jola” e a dizer mal de tudo e de todos até já depois do início do jogo)… que vão elas dirigir? Será que vamos fazer com que seja a sua primeira e última actuação, para não nos expormos novamente ao ridículo, pela nossa própria indiferença?

    Eu sei que preferiam que se dissesse quem é o novo ponta de lança mas se gostamos e queremos saber gostar do Belenenses, não podemos deixar de pensar nisto. E não vale a pena surgir ninguém ofendido a dizer que vive a mil quilómetros ou que está na sua semana de férias, porque estas palavras, obviamente, se dirigem a quem pode vir (se abdicar de umas horitas de praia) e não a outros.

    E já agora: que tal fazer com que haja gente nos sítios onde normalmente apontam as câmaras da Sporttv?

    Sócio 4720


    Andebol: Cruzados vencem na apresentação

    Em jogo de apresentação aos seus associados, o Belenenses venceu o S. Bernardo por 32:30.

    Tratou-se de um jogo que serviu sobretudo para dar a conhecer todos os jogadores do plantel, nomeadamente os jovens reforços chegados este ano ao Belenenses. Alinharam assim mais de 20 jogadores pelos Cruzados, número que evidentemente faz decrescer a qualidade de jogo em alguns momentos.

    Sendo assim, não constituiu surpresa a irregularidade exibicional no decorrer das três partes do encontro, irregularidade essa que se reflectiu na marcha do marcador. Ler Mais »»»


    Belenenses vence em Odivelas

    Em mais um jogo de preparação, o Belenenses venceu o Odivelas por 2:0, com golos de João Paulo Oliveira e Júnior Negão.

    A três dias do jogo de apresentação, o Belenenses deslocou-se a Odivelas com o objectivo de dar mais minutos ao plantel. De facto, não se pode falar em ensaio geral para a partida de Sábado frente ao Espanhol. Casemiro optou por fazer alinhar um 11 algo diferente do ideal em termos teóricos, nomeadamente no meio-campo. A baliza foi ocupada por Assis, alinhando no eixo defensivo Rodrigo Arroz e Carciano. dada a ausência de Cândido por precaução, Baiano e China foram os laterais. O losango do meio-campo foi composto por Gavillan, Maykon, Mano e André Almeida, ficando o ataque entregue a Marcelo e a João Paulo Oliveira.

    Tratou-se de uma primeira parte muito agradável, jogada a um ritmo relativamente vivo tendo em conta o momento precoce da época. O trio de centro-campistas revelou mais disponibilidade física relativamente aos jogadores que alinharam na Reboleira, algo que se reflectiu de imediato na qualidade do jogo. Casemiro Mior gostou certamente do que viu, ou seja, dois médios interiores muito dinâmicos - Maykon e Mano - e um jovem de apenas 17 anos com muita personalidade a pautar todo o jogo belenense. De facto, André Almeida revelou-se enquanto uma agradável surpresa, afirmando claramente ao técnico azul que pode contar com ele.

    Alias o primeiro golo belenense, apontado por João Paulo Oliveira aos 15 minutos de jogo, ilustra claramente o que foi a partida nos primeiros 45 minutos: médios interiores muito pressionantes, neste caso Mano que muito subido efectua um excelente passe nas costas do lateral esquerdo do Odivelas; grande mobilidade de André Almeida que teve força e engenho para ir até à linha final e assistir magnificamente João Paulo para um golo colectivo de belo efeito.

    O Belenenses jogava bem, tinha posse de bola, e dominava quase completamente as operações a meio-campo. Dispôs de 6 cantos e rematou em 7 ocasiões à baliza adversária no decorrer dos primeiros 45 minutos. André Almeida podia mesmo ter inscrito o seu nome nos marcadores da partida: desenrolava-se o minuto 33 quando Maykon, descaído para a esquerda faz um passe de ruptura que encontra o jovem internacional na grande área, que com classe faz o que quer de um central da turma da casa e remata com muito perigo.

    O intervalo chegou após um cabeceamento muito perigoso de João Paulo depois de livre de Maykon.

    E foi tudo. No decorrer dos segundos 45 minutos a bola foi quase sempre muito mal tratada, regressando o Belenenses ao futebol monótono e cansado da Reboleira. Mior fez entrar nas 4 linhas Júlio César, uma nova dupla de centrais - Vanderlei e Matheus - Alício para o lugar de Gavillan, Vinicius por troca com Mano e Roncatto para o lugar de Marcelo.

    Cinco novos jogadores de campo, cinco más exibições. Consequência, o ataque perde o relativo dinamismo da primeira parte, o meio-campo deixa de produzir futebol ofensivo e capacidade de pressing, e a defesa revela-se simplesmente desastrada, nomeadamente o pesado Matheus, e em menor escala Baiano, já visivelmente sem capacidade física. O Odivelas vê-se subitamente com posse de bola e, apesar de praticar um futebol sobretudo físico e sem grandes adornos, passa a acreditar que pode empatar. Esteve relativamente próximo de o fazer à passagem do minuto 68, mas a bola passou ligeiramente por cima na barra da baliza defendida por Júlio César. Entretanto a dança das substituições tinha já (re)começado, entrando Silas e Zé Pedro para os lugares de André Almeida e China (Maykon recuou para lateral esquerdo) aos 19 minutos e Júnior Negão por troca com João Paulo 3 minutos volvidos. Pouco depois verificou-se a estreia de Sérgio Organista com a camisola do Belenenses, saindo Baiano.

    O segundo golo belenense acaba por surgir sem que nada o anunciasse, tento quase digno que figurar nos apanhados tal foi o brinde da defesa (guarda-redes incluído) da casa, acabando por ser Júnior a empurrar para a baliza deserta: 0:2 aos 35 minutos. No minuto seguinte, Fredy substitui Roncatto.

    Até ao final o Odivelas teve o seu melhor período do jogo, não marcando por mera infelicidade. Na melhor oportunidade, um avançado da casa, isolado perante Júlio César, tenta o chapéu mas a bola sai ligeiramente por cima.

    Filme do Jogo:

    9´- O jogo começou num excelente ritmo, e na sequência do terceiro canto que dispôs o Belenenses esteve próximo do golo, mas o cabeceamento de Gavillan passa um pouco por cima da barra.
    14' - Primeiro remate do Odivelas, muito longe do alvo.
    15´- Golo do Belenenses. Servido por Mano, André Almeida ganha a linha e assiste João Paulo na perfeição.
    21´ - Remate Longínquo de Mano à figura do guardião local.
    23´ - Remate de China para as nuvens.
    29´- Boa jogada de envolvimento do Belenenses, com Marcelo a ganhar a linha sobre o lado esquerdo. O cruzamento todavia não encontra João Paulo e André, que ao centro preparavam-se para marcar.
    33´- André Almeida fica perto do golo após passe de Maykon, mas atira ligeiramente por cima.
    40´- Raro lance de perigo do Odivelas, após falta não assinalada sobre Mano. Todavia, Carciano é mais rápido e desfeita o avançado da casa quando este, já dentro da grande área, se preparava para rematar com muito perigo.
    41´- Remate de Marcelo ao lado.
    44´- Livre marcado por Maykon que João Paulo responde com um cabeceamento quase vitorioso.
    48´- Livre muito perigoso, mas a bola passa por cima da baliza defendida por Júlio César.
    49´- Maykon, na conversão de livre directo, remata forte mas por cima.
    64´- Remate muito por cima de China.
    66´- Vinicius é derrubado dentro da área mas o arbitro nada assinala.
    68´- Novo livre perigoso para o Odivelas, mas a bola não passa a barreira belenense. Na sequência do lance verifica-se novo remate mas a bola passa um pouco acima da barra.
    80´- Segundo golo do Belenenses, após falha incrível da defesa e do guarda-redes do Odivelas. Negão remata para a baliza deserta após primeiro remate de Roncatto que um central tira da direcção da baliza.
    84´- Livre directo à figura de Júlio César.
    86´- Odivelas perto do golo, mas o chapéu a Júlio César sai alto.


    Novos Equipamentos já à venda

    Os novos equipamentos do Belenenses 2008/09 já se encontram à venda na loja azul.

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    De facto, a linha de artigos têxteis que a Lacatoni criou para o Belenenses já se encontra disponível na Loja Azul, com destaque para as novas camisolas oficiais, que custam 45 euros.

    A colecção abrange ainda uma variedade de produtos muito interessantes em termos de design, nos quais, tal como nas camisolas, o símbolo deu lugar à Cruz de Cristo. De salientar ainda a correcta utilização de diferentes e atractivos azuis. Em termos de artigos mais casuais, a marca portuguesa disponiliza vários pólos, sweat´s com zipper e capuz (na imagem), sweat´s, fatos de treino, etc.

    Sendo assim, todos os belenenses podem desde já se equipar a rigor para o jogo de apresentação de sábado, frente ao Espanhol de Barcelona.


    Daniela Inácio: "Adoro o clube".

    Augusto Silva; César de Matos; Pepe; Alfredo Ramos; Rui Ramos; José Pinto; Margarida Carmo; Maria João Falcão... Daniela Inácio. 80 anos volvidos desde a primeira participação, o Belenenses mantêm vivo o ideal olímpico, perpetua a longa tradição de presenças de atletas belenenses no mais importante acontecimento desportivo do planeta.

    Trata-se, todavia, de uma estreia olímpica para a secção de natação belenense, estreia essa que se estende à jovem Daniela Inácio, de apenas 19 anos, que em Pequim participará na prova de 10 quilómetros da dura disciplina de Águas Abertas. A sua história é curiosa: filha de uma nadadora, em criança tinha medo da água. Perdeu o medo, e depois de muitos anos de competição em piscina, participou quase por brincadeira numa prova de Águas Abertas em Castelo de Bode. Sem que o soubesse ainda, Daniela Inácio iniciava o percurso até ao sonho olímpico, sagrando-se campeã nacional no ano seguinte. E o resto, como se costuma dizer, é história. Daniela Inácio lutou até ao último metro no test event de Pequim, e obteve a qualificação olímpica por centímetros. Em entrevista ao Belém até Morrer (que poderá ver na íntegra no canalBELENENSES), Daniela Inácio relembrou a épica prova: "É uma prova de 10 quilómetros. Nos primeiros 8 quilómetros uma pessoa ainda pensa, mas a seguir o cansaço já é enorme, já é só rodar os braços. Ainda por cima é ai que o ritmo começa a ser mais elevado e é aguentar até ao fim. O principal é pensar: «Bem eu já estou quase a acabar, já só falta um bocadinho.» É mesmo dar o último esforço, e acho que foi assim."

    Terminada a prova, Daniela Inácio, ao sair da água, não sabia ainda que tinha alcançado o seu sonho. "Realmente foi, quando acabei a prova não sabia que tinha sido qualificada. Sabia que estava mesmo ali no resvés, como se costuma dizer, mas não tinha a certeza. Foi o seleccionador e o meu colega, o Arseniy, que começaram a gritar super felizes: «Décima primeira, décima primeira», que era última vaga para os jogos. Mas como não tinha ainda os resultados oficiais acho que fiquei contente, claro, porque que havia essa possibilidade, mas depois quando recebi os resultados liguei logo à minha mãe e enviei mensagens aos meus colegas".

    E como será a prova olímpica, quisemos saber. Quais as expectativas de Daniela Inácio em termos classificativos? "Para além do objectivo principal que é dar o meu melhor, gostava de subir algumas classificações porque estou com a 24ª vaga".
    Obter uma classificação entre as quinze primeiras? "Seria muito bom, mas é também muito difícil. As dez primeiras são obviamente melhor do que eu, depois há umas cinco que também são melhores que eu mas nunca se sabe o que pode acontecer; depois há mais ou menos dez nadadoras que estão ao meu nível, um bocadinho melhores, um bocadinho piores. É mesmo uma prova, ao contrário da piscina..., que nunca se sabe, há inúmeros factores que podem influenciar."

    Veja a entrevista na íntegra no canalBELENENSES e não perca, a partir de dia 8 de Agosto, o Diário de Pequim com Daniela Inácio, no qual a atleta olímpica relatara diariamente a sua aventura em terras chinesas.


    Belenenses perde em Peniche

    Em jogo de preparação disputado no estádio do Grupo Desportivo de Peniche, o Belenenses perdeu por 2:1 com a equipa local, filial do Belenenses.

    Como seria de esperar o Belenenses apresentou uma equipa secundária, com muitos júniores. Jogaram entre outros Assis, André Almeida, Tiago Almeida, Diego, Fredy e os reforços Júnior Negão e Alício Julião, que poderão estar de saída do Restelo por empréstimo. Para além da visita a uma filial azul, o principal objectivo do jogo passava precisamente pela possibilidade de rodar os jovens da equipa.

    Ao intervalo o Belenenses perdia por 1:0. Na etapa complementar o Belenenses marcou por intermédio do júnior Daniel, acabando o Peniche por vencer por 2:1.


    Hugo Figueira: "Este clube toca-me no coração".

    Independentemente da modalidade, Hugo Figueira é uma das grandes referências do Belenenses. O guarda-redes, para além de defender a baliza belenense, é igualmente titular da selecção nacional de andebol.

    Numa longa e interessantíssima entrevista concedida ao Belém até Morrer, Hugo Figueira revela-nos como em criança ingressou na modalidade, como vestiu pela primeira vez a camisola de Portugal, como viveu a sua aventura no andebol espanhol. Como não podia deixar de ser o Belenenses Andebol foi o principal tema da conversa: a atribulada época passada foi relembrada por Hugo Figueira, que perspectivou ainda o presente e o futuro da modalidade no clube. Ler Mais »»»


    Soou o alarme no Restelo?

    Em jogo de apresentação aos seus associados, o Estrela da Amadora venceu convincentemente o Belenenses por 3:0.

    Pode-se dizer que o Belenenses entrou no jogo a perder. Antes de mais, Mior optou por fazer alinhar Júlio César, guarda-redes que havia estado ausente quer em Mafra, quer em Setúbal por se encontrar condicionado. Mais: após o treino matinal de ontem foi mesmo conduzido ao hospital por precaução. Não obstante os exames não terem revelado qualquer lesão, dita a prudência que o jogador não devia alinhar 24 horas depois. Pressionado ou não pela lesão de Costinha, a verdade é que Mior fez alinhar Júlio César na Amadora. O guarda-redes brasileiro alinhou somente 9 minutos até sair das 4 linhas lesionado, tempo suficiente para o Estrela inaugurar o marcador. Centro da direita ao qual ocorre um avançado estrelista que não toca na bola, acabando esta por entrar incrivelmente por debaixo de Júlio César: 1:0.

    O Belenenses alinhava no seu 4x1x3x2, com o quarteto defensivo composto por Arroz e Carciano no eixo e Cândido e China nas laterais; Gavillan alinhou no vértice mais recuado do losango, Zé Pedro à esquerda, Vinicius à direita e Maikon ao centro na posição 10; no ataque Marcelo e Silas.

    Posicionamentos estranhos poder-se-á dizer, com Maykon - um médio interior muito rápido que joga muito bem colado a faixa esquerda - encarregue da organização do jogo belenense ao centro, e Silas a avançado no apoio a Marcelo. Mais importante, o Belenenses jogou, tal como em Setúbal, a passo e do outro lado encontrava-se uma equipa pressionante, aguerrida e muito rápida, a "cara" de Lito Vidigal afinal. E na guerra de "losangos" a meio-campo, os laboriosos soldados estrelistas "aniquilaram" facilmente os apáticos "generais" belenenses. Na realidade, os médios interiores azuis continuam a não interiorizar os princípios básicos do 4x1x3x2 de Mior, jogando muito longe dos dois avançados, facto que praticamente "parte" a equipa em dois e obriga ao afunilar do jogo. Assim, as alas foram praticamente abandonadas, Marcelo nunca teve bola no ataque, e Silas, não sendo o avançado, andou um pouco perdido entre o ataque e o meio-campo.
    Por outro lado, Zé Pedro e Vinicius não fecham convenientemente quando o adversário se encontra com posse de bola, criando dificuldades ao trinco - Gavillan neste caso - e aos laterais. O panamiano, depois de não ter alinhado em Mafra e em Setúbal e ter treinado condicionado, encontra-se sem ritmo de jogo.

    Consequentemente, o Belenenses revelou-se completamente inoperante em termos ofensivos - não fez qualquer remate no decorrer de toda a 1ª parte - e frágil a defender. Sobretudo os primeiros 20 minutos de jogo mostraram um Estrela muito ofensivo, período de jogo que valeu um jogo e diversas oportunidades à equipa da casa. A partir desse momento o jogo estabilizou, muito embora o Estrela se mostrasse sempre mais perigoso e com vontade de ganhar. O segundo golo estrelista acabou por surgir com naturalidade aos 41 minutos após uma excelente jogada pela direita que Celsinho, após triangulação, concluiu com facilidade perante completa passividade de Rodrigo Arroz e China: 2:0.

    Pressentindo o perigo de uma goleada, para os segundos 45 minutos Mior faz regressar Silas ao meio-campo saindo Maykon, e lança no ataque João Paulo Oliveira. Testa ainda Baiano no lugar de Cândido e Vanderlei em detrimento de Carciano. O Belenenses reentra com mais posse de bola, mas permanece demasiado lento e sem chama. O máximo que consegue no início do jogo é um cabeceamento muito fraco de João Paulo aos 52 minutos (primeiro remate belenense em todo o jogo). Roncatto ainda substitui Marcelo aos 68 minutos de jogo e quase de imediato remata fraco e ao lado da baliza, mas entretanto o Estrela - já com uma segunda equipa nas 4 linhas - volta ao comando das operações a meio-campo e cria perigo em diversas ocasiões. A resposta vem pelos pés de Roncatto após 81 minutos de jogo, mas o brasileiro, isolado por Vinicius, permite a defesa do segundo guardião estrelista. Mior faz ainda entrar Mano, Alício e Matheus para os lugares de Vinicius, Gavillan e Arroz, mas o trio limita-se a assistir ao pressing final do Estrela e ao chapéu de Pedro Pereira, descaído do lado direito, que sobrevoa Assis até de ir de encontro às malhas: 3:0, quando faltavam poucos minutos para jogar.

    Resumo alargado do encontro já disponível no canalBELENENSES

    Filme do jogo:

    5´ - Golo do Estrela após centro que não toca em ninguém.
    8´- Remate forte do Estrela que Júlio César defende com os punhos.
    9´- Júlio César sai lesionado.
    12´- Cabeceamento perigoso dos estrelistas, com a bola a sair ligeiramente por cima do travessão.
    19´- Livre perigoso a dois metros da linha da grande área do Belenenses do qual não resulta complicações para Assis. Seguem-se três cantos consecutivos para os estrelistas.
    29´- Estrela perto do golo após escapada pela esquerda e cruzamento ao qual o ponta-de-lança estrelista chega ligeiramente atrasado.
    38´- Novo perigo na área belenense após diversos cruzamentos primeiro da esquerda depois da direita.
    41´- Golo de Celsinho após entrar na grande área sem oposição.
    43´- Jogador estrelista remata de bicicleta dentro da grande área mas o remate sai fraco.
    52´- Cabeceamento de João Paulo, que sai fraco e à figura.
    67´- Livre directo que Assis defende com facilidade.
    68´- Segundo remate do Belenenses no jogo: Roncatto, acabado de entrar, remata fraco e ao lado do poste direito dos estrelistas.
    77´- Livre directo no eixo que tira tinta ao poste esquerdo da baliza belenense.
    88´- Remate da direita do ataque estrelista que Assis defende com facilidade. Na reposição de bola, todavia, o jovem guardião oferece a bola a uma adversário e entra na área em posição de marcar mas complica.
    89´- Terceiro golo do Estrela, resultante de um chapéu de Pedro Pereira a Assis, que tinha saído da baliza.
    92´- Livre directo que Zé Pedro bate muito por cima.


    Guarda-redes azarados

    Casemiro Mior, na sessão de trabalho vespertina, só contou com dois guarda-redes - Assis e Tiago - em virtude das lesões de Júlio César e Costinha. O guarda-redes brasileiro sofreu uma pequena mazela no decorrer do treino da manhã, tendo inclusive sido transportado até ao hospital. Não obstante o susto, Júlio César não tem nenhuma lesão preocupante, não tendo treinado por mera precaução. Costinha, por sua vez, sofreu uma contractura que também o afastou do relvado, mas tal como o seu colega de posição deverá regressar aos treinos nos próximos dias.

    Dentro das quatro linhas, a peladinha revelou ainda alguma incerteza quanto ao posicionamento de determinados jogadores. De facto, se parece assente que o esquema táctico eleito por Mior é o 4x1x3x2, a distribuição das peças no xadrez azul continua ainda em aberto. Começando pela baliza, o primeiro facto a ter conta diz respeito a Assis. O jovem guardião oriundo dos júniores caiu definitivamente nas graças de Mior, tendo actuado na baliza do 11 titular. O ensaio para o jogo da Reboleira marcou igualmente o regresso de Carciano ao centro da defesa, agora que Gavillan está completamente recuperado de um pequeno toque. Ao seu lado permanece Rodrigo Arroz, sendo os laterais Cândido Costa e China. No meio-campo surgem as novidades, com Mior a fazer alinhar Maykon e Zé Pedro em simultâneo. Ao contrário do que havia sucedido no início da 2ª parte em Setúbal, Zé Pedro alinhou enquanto médio interior esquerdo, ocupando Maikon terrenos mais centrais na construção de jogo. Vinicius - que havia sido testado em Setúbal por uns minutos como avançado - regressou ao meio-campo, permanecendo Silas como segundo avançado no apoio a Marcelo.

    Edimilson, que sofreu um toque em Setúbal, treinou à parte, sucedendo o mesmo com Evandro Paulista, que efectuou somente corrida. Quem já não treinou foi Tiago Figueiredo. O jovem esteve reunido com Fernando Sequeira e já não compareceu na sessão de trabalho, confirmando Casemiro Mior o empréstimo.

    Paulo Barbosa esteve reunido com Fernando Sequeira.
    Cerca das 16h30, o empresário Paulo Barbosa subiu até às instalações da direcção belenense, onde esteve reunido cerca de 25 minutos com Fernando Sequeira. À saída, o empresário recusou-se a prestar qualquer declaração, não adiantando se a reunião respeitava a potenciais saídas ou entradas de jogadores.

    Filho de Mior já "treina".
    Como sempre acontece no início de cada sessão de trabalho, o plantel belenense efectuou alguns minutos de corrida em redor do relvado do Estádio do Restelo. Entre os jogadores encontrava-se um jovem desconhecido que acabou por criar algum frisson entre os adeptos que assistiam ao treino. Tratar-se-ia de um novo jogador?, questionava-se nas bancadas. Sim e não. O jovem é afinal filho de Casemiro Mior, encontrando-se em Portugal para frequentar a universidade e, talvez, para jogar na equipa júnior do Belenenses. O próprio Mior esclareceu no final do treino que o seu filho completa 18 anos em Setembro próximo, tendo treinado não profissionalmente na equipa chinesa que o técnico azul orientou na época transacta. Visivelmente orgulhoso, Mior referiu que o seu filho sempre foi muito estudioso, tendo entrado para a universidade com apenas 16 anos. Em Portugal irá prosseguir os seus estudos, ficando o futebol em segundo plano.


    Leve o Belenenses consigo, esteja onde estiver

    O «Belém Livre» e o «Belém até Morrer» proporcionam desde há 5 meses o serviço «notíciasbelenenses». Até agora, apenas nas suas páginas da internet clássica era possível aceder ao serviço, em 'belemlivre.blogspot.com' e 'belematemorrer.blogspot.com'.

    Pois resolvemos dar um novo passo para que possa estar cada vez mais perto de tudo o que se passa no Belenenses. A partir de hoje o «notíciasbelenenses» estará disponível também no seu telemóvel, quer por navegação normal na Internet (que já era viável para telemóveis 3G), quer através de WAP (Wireless Application Protocol) disponível há muitos anos mesmo em modelos mais antigos de telemóveis.

    Assim, pode agora aceder às notícias do nosso Clube que vão sendo divulgadas na comunicação social (clipping de imprensa) e aquelas que são resultado exclusivo do trabalho de todos os que colaboram neste serviço. Pode agora acompanhar em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora o andamento do marcador de jogos em que o Belenenses intervenha e que o «notíciasbelenenses» esteja a cobrir em directo.

    Para que isto seja possível, criámos uma página adaptada e optimizada para a navegação através de dispositivos móveis (telemóvel, PDA, etc.).

    Por isso, se vai de férias, ou se simplesmente está longe de um computador, mas quer estar a par do que se passa no seu Clube a qualquer momento, só tem que introduzir o endereço móvel que indicamos mais abaixo no seu telemóvel, no browser internet ou WAP. O serviço é totalmente gratuito pelo que os custos de acesso são apenas determinados pelo seu operador de telemóvel e o plano de preços que tenha subscrito.

    O serviço já está inteiramente disponível, pelo que agradecemos todas as sugestões de melhoramento e o vosso feedback sobre o funcionamento do serviço, por correio electrónico, para o endereço noticias.belenenses@gmail.com.
    Experimente o serviço móvel, introduzindo o endereço http://noticiasbelenenses.mofuse.mobi/ no seu telemóvel e diga-nos o que pensa.

    Continuamos a trabalhar no sentido de proporcionar cada vez mais serviços e acessibilidades para que esteja mais perto de tudo o que se passa no Belenenses, a qualquer hora e em qualquer lugar.

    Boa navegação e boas notíciasbelenenses.


    Marcelo: "Na minha posição vive-se de golos".

    Marcelo de Faria chegou ao Restelo rotulado de goleador. O ponta de lança brilhou em diversos clubes mexicanos, e actuou com muito sucesso na liga francesa durante três temporadas. Depois de algumas semanas de treino condicionado onde efectuou somente corrida, Marcelo revelou em Setúbal se encontrar a caminho da forma ideal, perfilando-se desde já enquanto titular absoluto na frente de ataque belenense.

    Questionado pelo Belém até Morrer em relação a sua evolução física nos últimos jogos, Marcelo afirmou que em "Cada semana que passa vou-me sentindo melhor, quer fisicamente quer tacticamente. Vamos também aprendendo diariamente um pouco mais daquilo que o Casemiro Mior quer em relação à equipa". Ao que acrescentou relativamente ao embate frente ao Vitória de Setúbal: "Ontem foi bom para todo o mundo, deu para ver mais sobre o real valor da equipa, porque os dois primeiros jogos foram contra equipas teoricamente mais fracas e o jogo de Setúbal foi já contra uma equipa da 1ª divisão. Deu para ver que a nossa equipa - falta concerteza alguns detalhes - mas acho que vai pelo caminho certo".

    Em relação à sua adaptação ao 4x1x3x2 de Mior, Marcelo revelou pragmatismo:

    "Acho que hoje em dia o jogador tem que ser multi-posicional, tem que saber jogar não só numa posição mas em várias e adaptar-se a todos os esquemas de jogo. Eu acho que se tem que jogar conforme o adversário e às vezes é necessário mudar de táctica durante o próprio jogo e temos que estar bem para poder fazer isso. Você tem que saber fazer mais do uma função", concluiu.

    Na realidade, o próprio Marcelo exemplifica na perfeição a polivalência que o jogador hoje em dia tem que possuir. Se no México alinhou enquanto avançado centro puro, em França pisou terrenos mais recuados. Mas se fosse para escolher...

    "Eu se fosse para escolher preferia jogar a ponta-de-lança, mais no centro, na área", retorquiu sem hesitação. "Mas como eu disse hoje em dia o futebol é muito físico e muito rápido, então não te dá mais a opção de ficar muito parado na frente, qualquer jogador tem que se movimentar senão acaba nem tendo muita bola. Em França joguei mais na posição 10, como segundo atacante e mesmo no meio-campo". E rematando: "Posso actuar em diversas posições, estou aqui para ajudar a equipa".

    A um ponta-de-lança exige-se golos, muitos golos. Quantos poderá marcar Marcelo?

    "Na minha posição vive-se de golos. Quando cheguei o presidente pediu-me para fazer 15 golos, o que é uma marca um pouco alta em relação as características do campeonato português". Todavia: "Dez golos no mínimo tenho que fazer, tendo em conta que são 30 jogos. Não é uma média muito alta, mas o mínimo que traço para mim próprio é isso".

    Organista integrou a sessão de trabalho sem limitações

    Depois de várias semanas condicionado, Sérgio Organista integrou o treino vespertino sem qualquer limitação. O médio português vinha efectuando somente corrida, mas hoje juntou-se aos restantes colegas numa animada peladinha. Tal aconteceu também com Roncatto, Gabriel Gomez, João Paulo e Júlio César, que por precaução ficaram fora dos convocados em Setúbal. Ao invés, Evandro Paulista continua a recuperar da pequena lesão que contraiu no jogo frente ao Atlético. Maykon, tal como os jogadores que ontem alinharam no decorrer dos 90 minutos, limitou-se a efectuar alguns exercícios com bola, trocando a peladinha que se seguiu por massagens.

    Belenenses em Peniche

    O Clube de Futebol Os Belenenses irá deslocar-se ao Estádio do Grupo Desportivo de Peniche para efectuar um jogo de treino na próxima segunda-feira, dia 4 de Agosto, às 18h00.


    Garcês próximo do Belenenses.

    À hora que o ponta-de-lança supostamente devia estar a ser apresentado num centro comercial em Coimbra, o Belém até Morrer conversava com o jogador no Restelo.

    De facto, o Record esta manhã referia que "Depois de resolvidos alguns detalhes relativos à transferência para Coimbra e de se reunir com Jorge Alexandre, o vice-presidente da Académica que tem mediado as negociações, o panamiano Garcês apresenta-se (finalmente) em Coimbra". A apresentação da Briosa teve lugar às 17 horas, mas Garcês estava no Restelo com o Belém até Morrer.

    "Quero voltar a usar a camisola 99 do Belenenses", afirmou o panamiano, sem saber o novo dono desse número é Júlio César. "O meu desejo é regressar ao Belenenses, que é onde me sinto bem".

    Rematando, Garcês, quando questionado acerca das negociações que vem travando com o Belenenses, afirmou estar optimista, salientando inclusive que tem "80% de hipóteses de assinar pelo Belenenses", tal como o Belém até Morrer havia oportunamente anunciado há cerca de 10 dias.


    Quem tem Maikon...

    ...arrisca-se a ganhar! Depois de 45 minutos algo apáticos, o brasileiro entrou nas 4 linhas e revolucionou o futebol do Belenenses. Resultado: Reviravolta no marcador (de 1:0 para 1:2), e futebol de bom nível, jogado em velocidade. Só a lesão de Maikon permitiu que o Setúbal empata-se a duas bolas, resultado com que terminou a partida.

    Com Júlio César, Roncatto, Gavillan e Evandro Paulista na bancada, Casemiro Mior procedeu a algumas alterações no 11 que iniciou a partida. Sendo assim, Costinha foi o guarda-redes, sendo o quarteto defensivo constituído por Arroz e Matheus no eixo e China e Cândido Costa nas laterais. O trinco voltou a ser Carciano, sendo o losango completado por Zé Pedro, Mano e Silas. Os avançados do 4x1x3x2 de Mior foram Vicinius e Marcelo.

    Ao ritmo do calor que se fazia sentir em Setúbal, o jogo iniciou-se com muita lentidão, com ambas as equipas apostadas em poucas correrias. O Belenenses procurou impor o seu futebol rendilhado de pé para pé, enquanto os setubalenses apostaram sobretudo em ataques (mais ou menos) rápidos, procurando aproveitar a solidão de Carciano no meio-campo defensivo azul. O Belenenses, por sua vez, foi quase sempre incapaz de criar perigo, afunilando demasiado o seu jogo. De facto, os médios interiores (Zé Pedro e Mano) jogavam muito longe dos avançados, realidade que praticamente aniquilou a profundidade ofensiva da equipa, nomeadamente pelas alas. Consequentemente, o jogo belenense decorria sobretudo em zonas mais centrais, tendo Silas muitas dificuldades em ter espaço de manobra. Simultaneamente, Vinicius teve dificuldade em actuar como segundo avançado, tendo sempre pouca bola.

    Mior rapidamente leu o jogo, fazendo recuar Vicinuis para o meio-campo enquanto Silas passou a ocupar terrenos mais próximos da baliza. O jogo azul melhorou ligeiramente, mas o principal problema continuava na lentidão e na inacção dos médios e dos laterais no apoio aos dois homens da frente. Algo desapoiado na dianteira, Marcelo lutou muito, acabando por revelar bons pormenores quando de costas para a baliza em triangulações.

    O Vitória tinha menos posse de bola, mas após os 10 minutos iniciais criou relativo perigo em duas ou três ocasiões após ataques rápidos. Com os médios a pressionar pouco, Carciano viu-se por vezes sozinho perante dois jogadores adversários, acabando inclusive por ter que recorrer à falta aqui e ali. O golo local acabou por surgir numa situação pouco previsível dadas as características do jogo: os centrais subiram no terreno na tentativa de colocar os avançados em fora de jogo, mas a bandeira não subiu. Completamente isolado, Bruno Moraes não teve dificuldade em bater Costinha. Estavam decorridos 35 minutos de jogo. O local onde nos encontrávamos não permite dissipar todas as dúvidas (Cândido Costa pareceu estar um pouco atrasado em relação à linha defensiva belenense) mas o golo poderá ter sido irregular devido a fora-de-jogo não assinado.

    Não se pode falar propriamente de uma reacção do Belenenses, mas o empate poderia ter surgido sobretudo na sequência de bolas paradas, primeiro após livre directo de Zé Pedro, depois num livre em zona lateral no qual a defensiva local não foi lesta em afastar a bola: o golo parecia eminente mas da grande confusão nada resultou. Finalmente, Carciano poderia ter marcado de cabeça, novamente após adormecimento dos centrais vitorianos.

    Nos segundos 45 minutos tudo diferente. Casemiro Mior faz entrar Maikon para o lugar de Vicinius (Assis também substituiu Costinha na baliza), e o Belenenses transfigurou-se para melhor. o brasileiro encostou-se à linha, Zé Pedro passou a jogar mais ao centro mas naturalmente descaia para esquerda para zonas próximas de Maikon. Ao duo passou a trio com as constantes subidas de China, e o caos instalou-se no lado direito da defensiva vitoriana. Finalmente o Belenenses passou a ter profundidade de jogo (quase exclusivamente pela ala esquerda) resultante da velocidade e do talento de Maikon e da superioridade numérica resultante do apoio de China ao ataque.

    Os espaços começaram a surgir igualmente ao centro, visto que o central local foi muitas vezes obrigado a dobrar o seu impotente lateral. Quase com naturalidade o Belenenses passou a criar perigo constante, surgindo o golo do empate aos 54 minutos: Assis coloca muito bem o esférico em Silas numa saída rápida da bola, acabando o numero 10 azul, pressionado, por atrasar para China. O lateral, da linha do meio-campo assiste maravilhosamente Marcelo, que temporiza pressionado por um central até endossar a bola a Mano que isolado marca um belo golo: 1:1. Três minutos bastaram para a reviravolta: em mais um pique pela ala esquerda Maikon centra para área, acabando por ser um defesa a assistir Silas que com classe passa por um adversário e atira para o fundo das malhas: 1:2, aos 57 minutos.

    Foi então com os jogadores vitorianos, pressentindo um descalabro, resolveram simplesmente arrumar com Maikon. O lance, passado a meio-campo, não constituía qualquer perigo, mas Maikon simplesmente foi ceifado, ouvindo-se a pancada em quase todo o estádio. O brasileiro ainda permaneceu nas quatro linhas mais alguns minutos, mas acabou por ser substituído por Edmilson.

    A partir dai o jogo acabou, ou melhor, voltou a assemelhar-se à fraca 1ª parte, até mesmo por começou a dança das substituições.
    O golo vitoriano acabou por surgir num lance fortuito, registando-se assim um empate final a duas bolas.

    Resumo alargado do encontro já disponivel no canalBELENENSES.


    canalBELENENSES Rádio

    Em mais uma noite informativa do canalBELENENSES Rádio, o grande destaque vai para as declarações de Fernando Sequeira acerca de diversos assuntos da vida do clube. O presidente belenense aborda, entre outras questões, o ingresso de Meyong no braga, a possibilidade de Adriano ser reforço, e ainda o rumor jornalístico que coloca o Belenenses enquanto potencial interessado na contratação de Mantorras que presumivelmente será dispensado. A não perder.



    Rádio belenenses - 29 de julho
    Colocado por cides73

    Apresentação Equipamentos 2008/09

    Decorreu hoje à tarde no relvado do Estádio do Restelo a apresentação dos equipamentos 2008/09. Depois de duas épocas a trabalhar com a Patrick, o Belenenses será equipado pela Lacatoni, empresa do norte do país.


    O equipamento principal foi trajado por Silas, capitão de equipa. Para além da tradicional cor azul e da simplicidade, a grande novidade é a utilização do símbolo do clube no centro da camisola (de onde saem três riscas verticais) em detrimento da Cruz de Cristo do lado esquerdo. O segundo equipamento foi apresentado por Zé Pedro, sendo a cor da camisola azul turquesa e os calções azuis escuros. O terceiro equipamento, trajado na apresentação por Rodrigo Arroz, é o tradicional branco, não obstante ter mangas em azul turquesa. Finalmente, o fato de gala foi envergado por Casemiro Mior, técnico belenense, sendo da marca Giovanni Galli, patrocinador que surge nas costas da camisolas.

    De realçar ainda o facto da Lacatoni ter uma parceria com a Universidade do Minho no sentido de produzir um material de grande qualidade para as camisolas.

    Fernando Sequeira, presidente belenense, realçou o facto de os próprios atletas terem sido auscultados em relação à qualidade dos equipamentos, tendo a Lacatoni vencido o concurso para equipar o Belenenses nas suas diferentes modalidades:

    "Tivemos o cuidado relativamente aos equipamentos de pedir propostas a várias empresas e tivemos três propostas de três empresas", começou por dizer. "Tivemos o cuidado relativamente a essas empresas de chamar todos os representantes quer das modalidades amadoras, quer do futebol profissional e amador, desde de roupeiros, dirigentes, seccionistas e técnicos, e todos eles intervieram na escolha dos equipamentos. Não quisemos ser nós, direcção, a escolher um tipo de equipamento". Ao que acrescentou: "Dai resultou a escolha da Lacatoni, que muito nos honra, porque a empresa tem feito um trabalho em Portugal muito interessante ligado a Universidade do Minho e a que valorizar toda essa situação. Penso que os equipamentos têm uma qualidade francamente boa, e isso foi-nos referido quer pelos atletas quer por todas as pessoas relacionadas com os equipamentos, e isso deixa-nos muito contentes", concluiu.

    Silas, por sua vez, revelou-se agrado quer pela qualidade dos equipamentos, quer pelo design dos mesmos:

    "Em termos de material é diferente para melhor", referiu o capitão belenense. "A qualidade é superior quando comparada com os anteriores e são muito giros, o design também é bastante agradável. Já conversei com os meus colegas em relação aos equipamentos e eles também os consideram muito giros e de excelente qualidade", rematou.

    Reportagem vídeo mais tarde no canalBELENENSES. Não perca ainda as declarações de Casemiro Mior e de Fernando Sequeira.